
Depois da tormenta, eu voltei. E voltei porque quando se anda só para frente não se pode mesmo ir muito longe. É preciso reconhecer a hora de voltar atrás para que o que foi bom não se perca. Eu fui sem saber o que encontraria. Fui pra ver o quanto de você ainda havia em você. Pra ver o quanto de nós havia em mim.
E assim, ao léu, sem saber se seríamos passado ou presente, sem saber o que encontraríamos adiante, fomos andando pela Vinícius de Moraes até o cruzamento da rua Nascimento Silva. Paramos no número cento e sete e ficamos ali, onde o amor doía em paz...
Nenhum comentário:
Postar um comentário