Quando terminou, juntei minhas coisas e saí da sala. Segui sozinha pelo corredor, meio decepcionada, por mesmo depois de tanta dedicação não ter conseguido ser melhor do que sou. De repente, meu nome ecoa num tom grave.
-Paola?
Olho para trás e me deparo com uma mão estendida: parabéns, você esteve excepcional hoje. Os colegas, ao lado, concordam. Sorrio, encabulada e agradeço. Sorrio de novo. Foi o meu momento de felicidade simples. Afastou da soleira da minha porta sua imagem fantasmagórica que teima em dizer que sim, eu até era boa, mas não o bastante.