"Porque a vida só se dá pra quem se deu, pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu..."
Sem hesitar, entrei no ônibus e fui. Coração a mil. No bolso apenas o principal: um batom, algum dinheiro e um pedaço de papel com o endereço. Bobagem, eu já sabia de cor. Cheguei a tempo de ajeitar um lugarzinho bacana.
"Não há mal pior do que a descrença, mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão..."
Bons tempos aqueles, pensei, ao ouvir as estórias que tanto me divertem. E cantei. Bem alto. Como se todas as bossas tivessem sido feitas por mim. Para mim. E ri incrédula da comoção que aqueles 5 senhores bem alianhados, com poucos cabelos e talento de sobra causaram em mim.
"Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair, pra que somar se a gente pode dividir? Eu francamente já não quero nem saber de quem não vai porque tem medo de sofrer..."
E voltei pra casa. Barriga vazia, sorriso nos lábios e muita placidez na alma. Acho que sou feliz aqui. Longe de tudo. Perto do meu canto.
Sem hesitar, entrei no ônibus e fui. Coração a mil. No bolso apenas o principal: um batom, algum dinheiro e um pedaço de papel com o endereço. Bobagem, eu já sabia de cor. Cheguei a tempo de ajeitar um lugarzinho bacana.
"Não há mal pior do que a descrença, mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão..."
Bons tempos aqueles, pensei, ao ouvir as estórias que tanto me divertem. E cantei. Bem alto. Como se todas as bossas tivessem sido feitas por mim. Para mim. E ri incrédula da comoção que aqueles 5 senhores bem alianhados, com poucos cabelos e talento de sobra causaram em mim.
"Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair, pra que somar se a gente pode dividir? Eu francamente já não quero nem saber de quem não vai porque tem medo de sofrer..."
E voltei pra casa. Barriga vazia, sorriso nos lábios e muita placidez na alma. Acho que sou feliz aqui. Longe de tudo. Perto do meu canto.
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